Pra dev pleno ou sênior que trabalha muito, ganha em real e sente que o salário parou.
Por que é mais fácil um dev brasileiro ganhar 4 mil dólares no exterior do que 20 mil reais no Brasil?
E aí, Heron aqui.
Deixa eu adivinhar como foi o seu dia.
Você abriu o computador e já entrou em reunião. Saiu, pegou a primeira demanda e começou a trabalhar. Aí apareceu um bug, e você parou tudo. Saiu dele direto pra outra reunião. Da reunião, voltou com mais demandas. E elas não param de chegar.
São 40 horas por semana assim. No fim do mês, entram uns R$ 8 mil. Dá pra viver. Não falta nada, mas também não sobra nada.
Faz a conta: a sua hora vale R$ 50.
E o pior é que, quanto mais experiência você ganha, mais responsabilidade você assume. Mas o salário continua praticamente o mesmo.
Você já tentou resolver. Procurou vaga em outra empresa. Esperou crescer onde está. Até pensou em mudar de stack. Comprou curso, mentoria, correu atrás de novas tecnologias, porque parecia que faltava se especializar.
Não funcionou. E não foi culpa sua.
Você seguiu o plano convencional. Só que esse plano resolve um problema que você não tem. Você não precisa saber mais. Você já sabe o suficiente. O que falta é mostrar isso pra quem paga em dólar.
Eu sei disso porque estive exatamente aí.
Comecei a programar aos 13. Aos 17, já dava aula de informática, ganhando R$ 2 mil por mês. Aos 19, veio a primeira vaga de dev júnior: R$ 3.500. Pouco tempo depois, sênior, com R$ 10 mil por mês.
O salário subiu. A pressão subiu mais. Reunião inútil, cobrança, fim de semana e feriado trabalhando. E as melhores vagas do Brasil pagavam entre R$ 10 e 15 mil.
Aos 21, numa feira de tecnologia em São Paulo, conheci devs que trabalhavam menos, tinham menos cobrança e ganhavam muito mais do que eu.
Eles não eram mais inteligentes. Nem super sêniores.
A diferença era uma só: sabiam se posicionar pro mercado internacional.
Eu apliquei o que aprendi. Não demorou: fechei contrato com uma empresa dos Estados Unidos. 4 mil dólares por mês. De uma vez, meu salário dobrou.
Foi aí que eu entendi a conta que ninguém faz.
Nos Estados Unidos, um atendente do McDonald's ganha entre 2 e 3 mil dólares por mês.
Um dev júnior americano, recém-chegado no mercado, ganha 6 mil.
Agora olha pra você...
Com os seus anos de experiência, pra uma empresa americana te contratar por 4 mil dólares custa pouco mais que um atendente de lanchonete. E bem menos que um júnior de lá.
4 mil dólares não é salário de especialista. Lá, é salário comum.
Só que aqui, convertido, vira 20 mil reais. Um valor que quase nenhuma empresa brasileira paga pra um dev.
E código é código em qualquer lugar do mundo. O seu funciona lá do mesmo jeito que funciona aqui.
Aí você pode pensar: então eles contratariam gente do mundo inteiro.
Contratam. Mas o brasileiro tem uma vantagem que quase ninguém tem: o fuso horário.
Quando são 10 da manhã em Nova York, são 11 ou meio-dia aqui. Você trabalha no mesmo horário do time, entra nas mesmas reuniões e resolve o problema na hora.
Um dev da Índia, por exemplo, está cerca de 10 horas à frente. Quando o time americano começa o dia, o dia dele já acabou.
O câmbio te deixa barato e o fuso te deixa perto. É essa combinação que coloca o brasileiro entre as melhores opções pra empresa americana.
É isso que eu quero te ajudar a fazer: conquistar uma vaga de pelo menos 4 mil dólares no exterior.
E o que vem junto com ela:
- Ganhar 2,5 vezes mais fazendo o mesmo trabalho. A sua hora sai de R$ 50 pra mais de R$ 120.
- Sair do limite. Sobrar dinheiro todo mês, montar reserva, ter algum luxo.
- Parar de gastar tempo e dinheiro com curso e stack nova.
- Parar de depender do chefe pra ganhar mais.
- Ficar protegido do real, com renda em moeda forte.
- Ter menos cobrança pelo mesmo trabalho.
- Ter empresa de fora no currículo.
- Ganhar em dólar sem sair do Brasil, perto da família.
O método: Cheat Code
A sua experiência como dev pleno ou sênior pode valer um salário de pelo menos 4 mil dólares.
São 5 fases, e cada uma destrava a próxima.
- Fase 1 · O perfil que faz a vaga vir até vocêO recrutador de fora vê dezenas de perfis todo dia, e passa reto pela maioria. Aqui você faz os ajustes que fazem ele parar no seu e querer te chamar. As vagas começam a vir até você.
- Fase 2 · O currículo que passa pelo robôAntes de alguém ler o seu currículo, um sistema decide se ele chega até lá. Aqui suas experiências viram conquistas, com número e impacto, num formato que passa por ele.
- Fase 3 · O jeito de contar que a Amazon usa pra avaliar genteNa entrevista comportamental, não basta ser bom. Existe um formato de contar a sua história que o recrutador de fora reconhece na hora: o método STAR.
- Fase 4 · Os 5 tipos de entrevista técnicaEu mapeei os 5 principais tipos de entrevistas técnicas. Quando você sabe qual vem, para de estudar tudo e estuda só o que cai.
- Fase 5 · A oferta na mesaAntes de dizer sim, você aprende a analisar a empresa, o formato de contratação e a negociar. É aqui que você para de aceitar o primeiro número.
Recrutadores de empresas de fora me procurando no LinkedIn. Nomes e fotos ocultados.
A conta é simples. Você já tem a experiência. Lá fora, ela vale pelo menos 4 mil dólares.
Não é sorte e nem precisa ser gênio. É uma conta que fecha dos dois lados. Pra empresa americana, você sai barato. Pra você, aqui no Brasil, o câmbio transforma esse salário em muito dinheiro. O que falta é o caminho, passo a passo.
Clica no botão abaixo e me manda Cheat Code no WhatsApp. Quem responde sou eu. A gente conversa sobre a sua experiência e vê se dá pra te levar até essa vaga.
Mandar Cheat Code no WhatsAppHeron